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fevereiro 27, 2011

Insultos e Et tu, Uterus? #2 Diário da Monstruação

Como estão, quadrúpides? 

Você já leu essa frase em algum lugar? Ninguém pode fazer com que te sintas inferior sem o teu consentimento. Já deve ter lido, muitas pessoas costumam postá-las em algum lugar ou em twitters ligeiramente 'literários'. Enfim, você pode ter lido, tudo bem, mas você entendeu? 

Eu ofendo muita gente, sabendo elas ou não. Talvez até seja por esse meu complexo de superioridade, não sei, mas eu continuo ofendendo e sei que nunca vou parar. Eu não me importo se a pessoa que eu ofendi ficou chateada, com raiva ou para baixo, sinceramente não dou uma merda para isso. Estou pouco me fodendo, porque a minha intensão foi magoar. Eu quis ofender e insultar. Se eu posso ou não, é outra questão. A que importa é: você se sentiu inferior? 
Você ficou chateado? Quis me matar? 

Você ficou puta?

E sabe qual é a moral do insulto? É uma faca de duas pontas porque 1) Você ficou ofendido. O que leva à segunda ponta da faca 2) Se você se ofendeu, é porque voce mereceu o que foi dito. Entende? Essa é a regra dos insultos: te ofenderam? Ignore. Não conseguiu ignorar? Use-o como ferramenta para aprimorar. Não conseguiu usá-lo? Ria. Nâo conseguiu rir? Então você mereceu.

Uma pessoa costuma falar que eu só escrevo merda, que o meu pen-drive está cheio de merda, que eu nunca serei algo. Isso foi dito numa discurssão, se eu fosse uma pessoa ordinária, eu teria começado a chorar, a revidar, soltar argumentos inúteis numa tentativa desesperada de não deixar isso me abater, mas isso iria. Mas sabe o que eu fiz? Eu ri. Eu ri até lágrimas escorrerem pelo meu rosto. Eu iria ignorar? Não, eu salvei isso, eu sempre me lembro de quando essa pessoa falou isso assim quando eu escrever algo e não me sentir bem em relação ao texto, eu lembre do que ela falou e melhore, pegue o meu texto e o reescreva até me deixar satisfeita. Mas eu me ofendi? Não, eu ri. Sabe por quê? 

Porque eu sou melhor que isso. 

Nos últimos dias, eu tenho estado doente por chocolate. Eu precisava comer, me entupir. Também estava com raiva de todo mundo na dashboard ou na minha timeline. Pessoas no orkut e gente do msn. Tudo estava me irritando. O fato do meu DVD não rodar nenhum filme, ou a Tv a cabo não passsar os filmes que eu queria assistir, a Fox não legendar Glee e soltar aquela merda, enfim, TUDO me irritava. Mas  hoje eu descobri o motivo.

Digam olá para o segundo diário da monstruação.

Hoje eu acordei parindo um T-Rex. Não um bebê T-Rex, mas um super desenvolvido. A sensação era de que ele estava usando aquelas unhas super bem feitas para me rasgar ao meio eee. Pronto, cólica. A vadia chegou, e me deixou puta por, no mínimo, duas horas. Esse é o motido para eu não ter postado isso antes, eu estava ocupada morrendo.

Tão ocupada morrendo que não tinha coragem de sair do sofá e ir procurar meu Deus pagão, o Buscofem, para dar um tiro na vadia. Mas aí ficou tudo bem porque eu comi uma panela de brigadeiro, almocei e tomei o remédio, comi mais brigadeiro e agora estou aqui, de bom humor e sem nenhum T-Rex.

Esse Diário da Monstruação não será tão interessante, já que eu não vou ofender ninguém nem xingar meio mundo. Mas é só o que tenho a dizer.

Então, adeus, monstros.

Esqueci, notaram o novo template do blogger? A imagem em si não foi difícil de fazer, o negócio foi salvar porque toda hora ela sumia do Photoshop. Enfim, ela foi a minha primeira tentativa de animação, então não encham. E aaah. Tenho duas coisas a falar sobre Vermilion.

1) O lançamento não é mais em Agosto, e sim em 23 de Outubro.

2) Faça o download do conto Corvos, da parte Lótus aqui.

3) Eu devo ter notícias da capa em breve, já que a responsável por ela é a gêmea, a Paula. Que na minha opnião é uma super designer.

janeiro 12, 2011

Vermilion

Hell, yeah. 

Eu disse no post dos NAN que eu também era uma. E aí vai a prova: Vermilion.

Vermilion é o meu debut book, por assim dizer, meu livro de estréia. Só meu, então Elas Escrevem e Histórias Liliputianas não contam, pois apenas um conto em cada é meu. Então voltamos para o lindo vermelho. Eu não gosto de dizer que eu escrevi Vermilion e sim que ele se escreveu sozinho. Ele não é um livro sobre uma história só. São vários contos e vários poemas que eu selecionei minuciosamente, juntei e formei o Meus Mortos. 

Sim, Meus Mortos, esse era o nome original. Meus textos porque eles são mortos, então meus mortinhos.Eu sempre achei que meus textos eram mortos, sabe? Eles são bonitinhos 'por fora', mas por dentro são uma merda. Daí "Meus Mortos".

Eu estava tão focada na idéia de mortos, meus mortos, que a primeira imagem de Vermilion é uma mão saindo saindo do chão. Claro que essa idéia, levemente modificada, sempre foi a minha idéia para a capa, se um dia eu chegasse a lançar. Sinceramente, eu ainda espero que a capa tenha algo a ver com essa idéia, mas eu não sou filha da puta de pedir demais, enfim. 

Voltando a Vermilion. 

São 33 poemas, e acho que 19 contos. Há alguns nanocontos espalhados, mas são poucos. Bem, poucos perto dos que eu escrevi. Mas o que eu queria dizer é: Eu já escolhi o conto para postar para vocês. O conto se chama Poses Mortas e Violentas, e está na parte sobrenatural do livro. Ou seja, sim, vampiros. Ele foi escrito ano passado para um concurso literário. No fim não deu certo e cá está ele.


Ah é isso, quem quiser adicionar Vermilion no Skoob, à vontade. Está sem sinopse, mas acho que hoje resolvo esse problema.

Da sua diva e semeadora da discórdia preferida.