Monstros, monstros, onde vocês estão?
Aparentemente, de acordo com a quantidade de comentários, os únicos posts desse blog que prestam são os que falam de literatura. Fazer o quê? É de interesse, faz sentido, afinal, diários não vendem, certo? Enfim, só por isso, vou piorar. Vou falar das decepções literárias.
Sabe aqueles livros ou comunidade de livros que você vê por aí, e pensa "Uau, talvez gastar meu tempo lendo isso pode valer a pena!". É, eu sei que você faz isso, eu faço. Eu pego um livro por aí, acho a sinopse interessante, e se for publicado, não tiver traduzido no Brasil, eu pego o e-book. Se não for publicado, eu acho um jeito de arrumar o e-book assim mesmo, porque eu sou foda, né?
Aí eu leio, dependendo do livro, leva dois dias, ou uma semana, porque né. E no fim, eu geralmente fico "Eu gastei cinco dias da minha vida lendo essa porra?"
É decepcionante. Principalmente quando se trata de autores nacionais. Você está lá, invisível, acompanhando o progresso da coisa e no fim, vira merda. Principalmente nesses livros do orkut, sabe? Na comunidade, alguns poucos são gerados de plágios de mangás ou outros livros estrangeiros. Eu vou aconselhar alguém? Não, se vira, porra, você fez a merda, agora lide com ela. Eu vou dar exemplos? Não, se o autor de um desses 'plágios' ler esse post, que eu duvido, saberá que isso foi para ele.
Não vou nem comentar sobre o plágio de tópicos. A Pat de Rubro tá sentindo na pele isso.
Mas os 'plagios' não são os únicos. Há a falta de criatividade e má escrita. Exemplo? Mandy Porto. Quem leu o prólog e/ou o livro Sussurros de uma garota apaixonada sabe do que eu estou falando. Eu não gosto da Meg Cabot e a maneira que ela escreve, mas plágio da Cabot? Mandy ur doing it right.
E tem também os que você lê porque tem criaturas que você gosta e o gênero é legal, mas você simplesmente pára num ponto e empaca. Exemplo? The Burns. É, eu disse! E daí? Eu não sou a maior fã de The Burns, e estou pouco me lixando se é companheiro de editora, eu não sou paga para dizer doces. Não, nem sou paga, aliás. E também não sou sincera, eu falo a 'minha' realidade e, de vez em quando, a de outros. Acontece que, antes da autora de The Burns deletar o tópico de textos da comunidade do livro, eu li. Até certo ponto, claro, capítulo nove, se não me engano e empaquei lá. Não consegui sair, simplesmente parei lá. Claro que a história, de acordo com a autora, não estava revisada (Eu percebi isso, aliás) e não era a que ela mandaria para as editoras.
Mas não gostei, não. Pode acontecer de pegar o livro publicado (Se eu comprar, claro) conseguir ler e no final gostar. Pode acontecer, é tão provável quanto eu desenvolver câncer de pulmão ou laringe como conseqüencia do cigarro daqui a alguns anos. Claro, claro. Pode acontecer.
E os autores internacionais? Livros que são publicados aqui e fazem o maior sucesso? As minhas decepções? Cabot, Meyer, as Cast. L. J. Smith, a autor de Imortais da Intrínseca, a de Morganville Vampires, Vampire Kisses, Storm Lords, e uns outros que eu não me lembro agora.
Agora deixando os NAN e das decepções literárias de lado, eu gostaria de falar de algo que te aflingiu, ou irá um dia: Bloqueio.
Bloqueio é quando você não conseque continuar. Você está parado num ponto da tua história e simplesmente olha para ela e fica "Como eu vou sair desse inferno?" É bem assim, quem teve, sabe a verdade que eu digo. Quem terá... Prepare-se, se fodeu. Dependendo do seu bloqueio, você pode ficar de dias a meses encarando o Word com cara de cu.
Eu não digo que eu tenho bloqueio o tempo todo, acontece que eu sou preguiçosa e acabo deixando meus projetos de lado.
Mas de qualquer forma, antes de soltar a cadela nos comentários, lembre-se que eu tenho todo o direito a uma opnião, assim como você.
Da sua diva e semeadora da discórdia.
